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sábado, 31 de julho de 2010

A MULHER NA SOCIEDADE











Contextualização entre o conto Cinderela e a vida Real


CINDERELA

As cinderelas de hoje, não são bem as cinderelas dos contos de fadas, são cinderelas representadas pelas jovens e adolescentes.
A mansão onde a Cinderela vive, representa o mundo no qual vivemos, nele muitas vezes nos sentimos aprisionadas, muitas cinderelas de hoje são escravas, da violência, do preconceito, da prostituição, umas até mesmo das drogas, enfim dos vícios!
Muitas ainda não saíram muito do conto de fadas, vivem uma vida de Princesa, na maresia, no conforto. Outras já não fogem muito da história, elas sofrem, correm atrás do que querem, enfim sofrem como a verdadeira Cinderela, mas conquistam quando lutam.
Zezé e Tatá, que na história representam os ratinhos amigos de Cinderela, são os nossos anjos da guarda de hoje. A madrasta e as filhas representam nossas tentações, e as pessoas más que tentam nos destruir. Mas assim como na história tem a fada madrinha, que ajuda a Cinderela dar a volta por cima, na nossa vida temos Deus.
O sapatinho de cristal representa as coisas boas que deixamos pra trás; por preguiça, falta de fé, de identificação com Deus, comodismo e ignorância, o que é uma pena, pois é através dessas coisas que somos reconhecidos e ocupamos nosso lugar na sociedade.
A maldade pode tentar nos destruir, mas como na história o bem sempre vence.
A única diferença da história para a nossa vida, é que temos livre arbítrio para escolhermos o que quisermos, e que somos felizes... Mas não para sempre

 Aluna: Gabriela 2º 2  da Tarde 2010

Professora Eva. Lingua Portuguesa






Contextualização:

BRANCA DE NEVE


            Nos contos de fadas sempre têm as pessoas boas e más, na nossa vida também.

            O espelho representa a inveja que sempre faz com que nós, nos sentimos inferiores aos outros, e pior  tentar sempre ser melhor.

            O caçador representa as pessoas que são influenciadas pelas pessoas más, mas despertam e acabam fazendo o bem.

            Às vezes nós não damos valor às pequenas coisas, mas como na história tem os sete anões, que são feios, diferentes, estranhos até, mas, que ajudam a Branca de Neve, na nossa vida tem as pessoas diferentes, até feias fisicamente, mas com um grande coração. Afinal não se diz : "Que é nos menores frascos que encontramos as melhores fragrâncias"?

            Na estória a madrasta é fútil,  como muita gente:  deixa de governar bem o seu reino e se preocupa só com ela mesma, dando mau exemplo.Ela não se conforma de a Branca de Neve estar viva, e tenta matá-la  com a gente é mais ou menos assim, quando estamos bem, no caminho certo, aparecem as tentações para nos dispersar.

            Mas sempre os contos de fadas têm um final feliz, nós não temos final sempre feliz, mas Deus nos ajuda a ser a cada dia melhores, e às vezes até felizes...


 Aluna: Gabriela 2º 2 da Tarde 2010


Professora Eva. Lingua Portuguesa


Não existe o "felizes para sempre"
Quando falo em amor, posso deixar transparecer que também acredito naquele amor dos contos de fadas, aqueles do tipo FELIZES PARA SEMPRE… Não acredito. Entendo que esse é um sentimento complexo e exercê-lo demanda mais que desejo – demanda decisão.
Qualquer relação passa por altos e baixos e isso faz parte. Afinal todos somos humanos e, enquanto tal, erramos, acertamos, ganhamos e perdemos… Até aí tudo bem… A questão é que grande parte de nós – além de não entender o que é uma relação – não amadureceu para tal. Confunde o amor com posse, controle, sofrimento.
Problemas....
Não Entende que viver um relacionamento depende do abrir mão de suas vidas, seus sonhos, seu ser. E essa é a parte que deveria ser melhor analisada… Quando o amor se torna um filme de terror e o sofrer impera sobre qualquer outro sentimento, problema à vista…

. A relação dá sinais… Você deve conhecer casais cuja tônica da relação é essa – brigas, dor, sofrimento, controle, posse… Não evolui – não sobra espaço ou tempo para um e outro…

Nesses casos nos abandonamos muito antes de deixar o outro ou a relação. Deixamos de lado tudo que somos para viver em função da relação doente, dos sentimentos confusos, dos pensamentos errados.

Tarde demais
Fica tudo mais complexo. Não conseguimos enxergar o quando ou quanto nos abandonamos… Não compreendemos que teremos de lidar com o nosso abandono antes mesmo de compreender o quanto a relação está comprometida.
É incrível como tudo muda ao redor… Primeiro muda nossa motivação, depois nossa prioridade e, por fim, a relação.
Milagre? Não. O tempo que perdemos controlando o outro é enorme. O tempo que ficamos PARALIZADOS, imaginando porque essa pessoa não ligou, porque não veio, porque mentiu, porque não nos ama, por quê?!? É absurdo.

Primeiro porque não vamos entrar na cabeça do outro e tirar de lá o que nem ele mesmo sabe. Segundo porque quando perdemos nosso tempo falando do outro – tiramos de nós a responsabilidade de fazer diferente.
Então? Um amor que não leva a nada à medida que não é de dois – é de um que cobra e traz para si o remar, a canoa, o rio, a vida e CARREGA LITERALMENTE O OUTRO…

E, dessa forma, não há relação, ou melhor, não há qualquer ser humano que possa deixar de lado o sofrer… A dor é real está lá e não há muito a fazer… Agora viver em sofrimento, bem, esse sim é opcional. Lembre-se: podemos abrir mão dele e de tudo o que nos faz tristes. Até mesmo de um amor do tipo ruim com ele pior sem ele…

Nome:Vitor Silva Fernandes 
Nº 35    2º1Tarde

Não existe o "felizes para sempre"
Nunca acreditei nos contos de fadas sobre princesas em apuros, que esperavam ser salvas pelo príncipe encantado, para enfim saírem galopando juntos em direção ao pôr-do-sol... e viverem felizes para sempre.

Ah, não. Duvido que a Branca de Neve nunca pensou em ir atrás da Bruxa pedir uma maçã envenenada emprestada, ou que a Cinderela nunca quis transformar o seu príncipe encantado em sapo ou abóbora. Na vida real, a gente sabe que não existe "felizes para sempre".

Ou existe?

Algumas pessoas passam boa parte da vida esperando seus príncipes e princesas aparecerem. Só que para a maioria delas, eles nunca aparecem - e então é decepção atrás de decepção.

Por quê? Ora, é fácil. Porque príncipes encantados e princesas frágeis e apaixonadas não existem. O que existe são pessoas reais, que sentem, mudam de idéia, erram, voltam atrás. Pessoas imperfeitas, que podem esquecer o seu aniversário, nunca mandar flores ou trazer o café na cama. Porque pessoas são assim - nós erramos!

As pessoas que não encontram sua tampa da panela simplesmente não entendem isso. Querem um relacionamento perfeito, idealizam e, quando acaba a fantasia, a queda é alta e o chão é duro. Se você acredita em finais eternamente felizes, pode continuar acreditando - mas eu duvido que você chegue lá se quiser viver um conto de fadas.

A menos que você tenha seu próprio castelo.

E para os reles mortais de sangue vermelho? É  na base da tentativa e erro. Fica tranqüilo que você vai saber quando tiver tirado a sorte grande: não tem como não reconhecer sua outra metade da laranja. E então você vai ver que, afinal, não tem mesmo como ser feliz sempre...













CASO ELISA SAMUDIO
A representante do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem) Rebecca Reichmann Tavares, disse que o caso do desaparecimento de Eliza Samudio, há três semanas, enquadra-se no padrão de ocorrências de violência contra a mulher.
– Normalmente, o perfil é de um homem cuja mulher está procurando trabalhar fora de casa, desenvolve as próprias amizades e às vezes volta a morar junto com a família. Os homens não aceitam que a mulher saia da relação, então, a resposta é com violência – disse nesta segunda-feira, em entrevista a jornalistas.

Eliza Samudio conheceu o goleiro Bruno, do Flamengo
O principal suspeito do desaparecimento de Samudio é o goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, com quem ela teria tido um filho. Segundo Tavares, a maioria dos casos acontece por três motivos: a mulher que quer terminar um relacionamento ou retomar o controle sobre a própria vida e o homem que não quer assumir paternidade. A norte-americana ressalta que a violência contra a mulher é um problema universal.
– Não tem classe social nem faz parte de um ou outro lugar do mundo. Todas as culturas são machistas. A diferença é que, em alguns países, a resposta do Estado em proteger a mulher é mais forte – enfatiza a representante.
De acordo com Rebecca Tavares, o Brasil tem muitas políticas de proteção e conscientização nessa área. No entanto, as denúncias não recebem o tratamento adequado, principalmente por uma questão cultural.
– As mulheres são tratadas como se estivessem provocando a violência, que não deveriam sair de casa, porque policiais e juízes estão convivendo com os próprios preconceitos e com a cultura que muitas vezes culpa a mulher por esse tipo de caso – afirmou.
A representante da Unifem acredita que a criação da ONU Mulheres, anunciada na última sexta-feira, vai aumentar a capacidade de trabalhar com governos e com a sociedade civil no combate à violência contra a mulher. Ela destaca que os índices de violência são menores nos países onde há maior igualdade de direitos de gênero.
Para Tavares, é necessário ainda que as mulheres reconheçam os próprios direitos e denunciem qualquer abuso, assim como os homens devem saber que as mulheres têm os mesmos direitos que eles.

Um comentário:

  1. Olá,
    O texto sob o título "Não existe o felizes para sempre" é meu. Por favor, dê os créditos ao meu blog ou o apague, ok?
    link do original: http://outroblogdamary.blogspot.com.br/2009/04/felizes-para-sempre.html

    Obrigada,
    mary

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